O melhor algoritmo da vida para o seu negócio

Depois de ficar sem Facebook por duas semanas… estou de volta!
E daquele jeito: IN-CRÍ-VEL !

Várias descobertas de um outro ponto de vista. E coisas maravilhosas como:
1 livro a mais
estudos em dia
blogs sensacionais
trabalho bombando
olhos nos olhos
e autoconhecimento!

maaaaaaaaaas… além de tantas coisas boas, não há nada melhor do que acompanhar AS HISTÓRIAS DOS NOSSOS AMIGOS ~queridos~ não é verdade?

Riqueza é ter amigos verdadeiros e histórias autênticas de vida pra viver e contar. Família, colegas e amigos que dão sentido à vida.

Se o Facetruque coloca (pelo seu algoritmo ninja) as pessoas com quem você mais interage no seu feed, por que na vida real seria diferente?

O fluxo de conteúdo é o mesmo!

Assim como no Face, empresas pagam para aparecer no “feed” das pessoas (televisão, revistas, ruas, estradas), mas esquecem que, o que vai realmente construir a relação das empresas com as pessoas, não é só a publicidade em si, é a relação das pessoas para as pessoas.

O melhor algoritmo que define essas conexões de conteúdo é = relação x interação. Pessoas com quem você possui laços fortes e de alta interação. São as que você mais irá receber conteúdo, seja ele o online ou offline, bom ou ruim. Você escolhe.

Digo offline porque o algoritmo da vida sempre foi assim: no contato humano há anos!

O que você aprende quando você vai almoçar com alguém do trabalho? Ou quando toma um café com os colegas da faculdade? Ou até mesmo na banca, na padaria, na fila do pão… nos lugares onde você diz “bom dia” e marca a sua presença? Essas também são conexões de conteúdo.

Nós sempre participamos de grupos. Não é preciso de internet para fazer parte de uma gangue.

As empresas estão penando muito para fazer essa relação, sabem por quê? Porque as pessoas precisam INTERAGIR com as outras. E não apenas receber publicidade paga, sem uma laço legítimo de conectividade, de interesse e relação.

No varejo, por exemplo, um vendedor de loja DEVE olhar nos olhos da freguesia, apertar a mão com vontade, e se for vender sapato: PEGAR NOS PÉS DO CLIENTE e ajudá-lo a calçar a coisa. E ainda sorrir, fazendo desse gesto com energia um propósito de vida no seu trabalho diário.

Mas não é o que não vemos em várias cidades do Brasil… onde o atendimento é precário. Os funcionários, na sua maioria, estão sempre pensando em si, no salário que vai cair, na comissão baixa, no gerente chato, na falta de prosperidade…

É um porre ser atendido por gente que não está motivada e muito menos valoriza a sua presença. Isso vale para qualquer profissão no mundo.

Qual cliente não sai satisfeito depois de um atendimento humanizado?
Estudos mostram que as pessoas não querem apenas comprar “coisas”, elas também querem EXPERIÊNCIAS.

Nesse sentido fica a dica pra quem faz mimi, paga de gatinho no Facebook e na vida real, sem realmente interagir com as pessoas: EMPATIA É TUDO!

Irão ganhar aqueles que mais chegarem próximos da conexão legítima de pessoa para pessoa, que é simplificada pelos olhos nos olhos e sorriso no rosto

De olho no futuro: marketing humanista

marketing humanista

Não é possível que ainda existam “profissionais de marketing” que não entendem qual é o propósito da profissão no século XXI.

Marketing não tem o único intuito de vender, nem de empurrar produtos pras pessoas comprarem. Marketing deve entender as necessidades das pessoas para entregar algo que solucione os problemas do cotidiano.

Se você não é de marketing, não confunda marketing com publicidade e propaganda.

Tem gente que ainda diz que marketing online serve apenas divulgação. Será mesmo? Os consumidores não interagem pelas redes sociais? Então o atendimento, a interação e a pesquisa online não entra dentro da matéria “marketing online”?

Existe um grande generation gap nessa profissão. Dos que se formaram nos anos 70, 80, 90 e ainda querem pregar conceitos do passado que não funcionam nos dias de hoje e dos que se “formam” agora ~pelo diploma comprado~ mas não sabe o que está falando por não AMAR DE VERDADE o que faz.

Além de lidar com esses dois perfis, de gerações diferentes, lidamos com pessoas que não são da área e vivem criticando o marketing em si como uma coisa ruim.

Será mesmo? Você já parou para estudar antes de criticar as coisas sem saber?

Quando as pessoas me olham estranho por falar que sou de marketing, logo penso “ela vai comer aquele produto saudável e livre de gordura trans graça a um entendimento do mercado ~de um marketing do bem~de que ele precisa desse alimento para ter uma vida melhor.

É claro que existe marketing ruim. Assim como existem médicos ruins, professores ruins, advogados ruins e por aí vai… Agora banalizar o marketing como uma profissãozinha de merda que só pensa em vender é, no mínimo, ignorância de quem não pára pra pensar o que é fazer marketing: é fazer um mercado novo, digno e voltado para o ser humano.

Estamos caminhando para um novo mercado, onde fora os 4P’s do marketing, temos o 5º P. O P de Propósito, de PESSOAS.

Arrisco aqui uma tendência que logo estará nas universidades e que todos deverão estudar pra fazer um mercado digno: o MARKETING HUMANISTA.

Espero no futuro poder escrever mais sobre isso pra conscientizar as pessoas que o foco não é vender, mas sim atender as necessidades de uma mercado que está em transformação e que é cada vez mais centrado no ser humano.

IV Virada Empreendedora acontece nos dias 26 e 27 de Abril

virada empreendedora startups

Participantes do Startup Run + Pitch Fight na Virada Empreendedora 2013

Com a temática “Por um Brasil mais Empreendedor”, a quarta edição da Virada Empreendedora será realizada entre os dias 26 e 27 de abril de 2014. O evento que já se consagrou como um dos maiores sobre empreendedorismo no Brasil terá novamente 24 ininterruptas de atividades realizadas na sede da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em São Paulo (Rua Itapeva, 432).

Em sua edição anterior, realizada em abril de 2013, a Virada Empreendedora reuniu mais de 1.200 pessoas que não se importaram em usar o seu final de semana para aprender a gerir melhor suas empresas e ouvir empreendedores falarem sobre suas experiências. Neste ano, são esperados paras 24 horas de atividade dividias em sete “arenas de conteúdo” cerca de 2.500 empreendedores.

Vale ressaltar que a Virada Empreendedora é realizada de forma totalmente colaborativa, seja por parte dos curadores das “arenas de conteúdo”, seja por parte das parcerias estratégicas de serviços e materiais para a realização do evento. “A realização do evento é um grande desafio. Também sou pequena empreendedora e não disponho de muita verba. Mas graças à disposição de pessoas muito bacanas que trabalham para a fomentação do empreendedorismo no Brasil, a Virada Empreendedora vem se consagrando com grande sucesso.”, diz Ana Fontes, curadora do evento.

As arenas de conteúdo e os curadores da IV Virada Empreendedora já estão confirmadas e contará com grandes nomes na curadoria, como:
Marcelo Nakagawa – Empreendedorismo Social
Alice Salvo Sosnowski e Cláudia Mamede – Fórum Empreendedoras
Daniel Egger e Marina Miranda – Futurismo e Inovação
Vânia Nassif e Rose Mary Lopes – Educação Empreendedora
Gustavo Santi e Anderson Penha – Startup Run e Pitch Fights
Heloisa Motoki – Sua Empresa Vai Virar
Ana Lucia Pedro Fontes – Inspiração

Inscrições e mais informações no site: http://www.viradaempreendedora.com.br/

Curso realizado na ESPM incentiva a criação de Startups dentro de empresas

Criar um novo negócio inovador a partir de uma equipe enxuta – usando ferramentas como Business Model Canvas, Customer Development e Lean Startup – é alternativa para que empresas de todos os portes

labstartups
Como uma pequena empresa, como o Instagram, consegue em pouco mais de um ano fazer um negócio mais de um bilhão de dólares? Em busca dessa resposta, grandes companhias estão buscando criar “startups corporativas”, ou seja – pequenas equipes, multidisciplinares, que atuam com autonomia para gerar novas unidades de negócios. “Essa é uma tendência pois hoje usando as novas metodologias de gestão de negócios é possível ter resultados muito mais relevantes e em menor tempo do que os antigos departamentos de pesquisa e desenvolvimento” explica o professor Marcelo Pimenta, criador do “Laboratório de Startups”, curso intensivo do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM – CIC ESPM.

O Curso tem o apoio de duas das principais instituições brasileiras ligadas ao tema das startups: ABStartups (Associação Brasileira de Startups) e o site Startupi (principal veículo de mídia sobre o assunto). O programa é voltado para aqueles responsáveis em criar novos negócios (seja dentro de empresas já existentes, seja para criar novas empresas) e acontece na modalidade intensiva, ou seja, em 28 horas/aula o participante vai aprender os maiores desafios de uma empresa que está começando a partir de uma imersão no ecossistema destartups brasileiras e internacionais.

No ano passado, o programa contou com três turmas que, ao longo de uma semana, conheceram ferramentas e metodologias que ajudam na criação de startups, desenvolvimento de clientes, validação de hipóteses e outros temas que envolvem o caminho do empreendedorismo. No último dia do curso, os participantes têm a oportunidade de apresentar seus negócios para uma banca de investidores composta por investidores privados ligados a Anjos do Brasil e ao Startupi e de aceleradoras como a Aceleratech.

O curso é ministrado e organizado pelo professor Marcelo Pimenta, jornalista, profissional de marketing, consultor e empresário com 20 anos de experiência, tendo sido um dos pioneiros do empreendedorismo digital no Brasil, também é Sócio fundador da Conectt S/A e do Laboratorium – Projetos Inovadores. É o curador de empreendedorismo da Campus Party e é co-autor dos livros Ferramentas Visuais para Estratégias e Tendências na Comunicação.

O corpo docente ainda é formado também pelos professores convidados Diego Remus (Startupi), Guilherme Junqueira (ABStartups) e Nei Grando. Remus foi apontado como o “TechCrunch” brasileiro, seu Startupi é o primeiro e mais importante blog brasileiro voltado para o mercado de startups. Junqueira é diretor-executivo da ABS e CIO na Jera, que desenvolve aplicativos mobile e possui em seu portfólio aplicativos como TecnoNutri, FutPub e FunSounds. Já Nei Grando, que fez graduação em processamento de dados e tem MBA em Administração, organizou o livro “Empreendedorismo Inovador – Como Criar Startups de Tecnologia no Brasil”, é consultor em estratégia e modelagem de negócios, gestão do conhecimento e tecnologia da informação, e mantém o Blog do Nei, espaço em que fomenta os temas de inovação, startups, mídia social e assuntos afins. Completam a lista de professores convidados Gustavo Santi (Storytelling), Hiran Murbach (Desenvolvimento do Cliente) e Aldo Pacheco (Ecommerce).

As inscrições vão até o dia 09 de fevereiro de 2014 pelo link http://www.espm.br/labstartups.
As aulas acontecem de 10 a 15 de fevereiro de 2014, de segunda a sexta-feira, das 18h30 às 22h30 e sábado das 9h às 17h30.

Startups poderão expor seus produtos e serviços na Campus Party Brasil #7

A Campus Party Brasil está convocando empreendedores de todo o país para o Startup&Makers Camp. Empresas já formadas e com produtos no mercado que queiram dar um gás em seus negócios. São denominadas Startups as empresas de software, como e Makers as empresas de hardware.

Em 2014 o evento terá 10% do seu espaço dedicado para Startups, com a presença de diversas entidades do ecossistema empreendedor brasileiro e um público potencial de milhares de clientes, com perfil inovador e conectado às novas tecnologias.

As 300 mais inovadoras do Brasil serão selecionadas para transferir seus escritórios durante os dias do evento para a arena aberta, onde irão expor as suas soluções. Cada empresa receberá uma estação de trabalho para até 4 pessoas. É a hora certa para testar e validar as ideias do negócio com o público da Campus Party Brasil!

makerscamp

O evento acontece de 27 de janeiro a 2 de fevereiro em São Paulo, no Anhembi Parque.

As inscrições vão até o dia 15 de dezembro e podem ser realizadas pelo link:
http://www.campus-party.com.br/2014/startup-makers-camp.html

Onde o Visual Merchandising se encontra com Google Analytics

vmonline

As marcas de luxo sempre investiram fortemente na criação da experimentação de compra perfeita em suas lojas. A equipe de Visual Merchandising sempre teve como tarefa o desafio de criar uma experiência dentro das lojas que se encaixasse como uma luva com a identidade da marca, que apresentasse da melhor forma possível os produtos e coleções e trouxesse um reforço e uma ligação emocional com clientes a partir de suas atitudes em relação à marca.

E é essa experiência com a marca que representa uma grande parcela do preço alto dos produtos premium, como também a exclusividade ao acesso do que é vendido nas lojas. Consumidores de luxo buscam experiências o tempo todo. No interior das lojas, todos os sentidos são utilizados como triggers de compra através de apresentações visuais com forte investimento em design e cenografia, áudio qualificado para gerar uma atmosfera que tire o cliente da sua rotina, exposições que incentivem o toque nas peças, provadores e áreas de interação com os produtos e em alguns casos, elementos olfativos que engajam o consumidor a apelos emocionais puramente intuitivos, levando ao final desse processo a uma afinidade a marca e, claro, a compra propriamente dita.

Os canais de venda online, por outro lado, buscaram seguir uma tendência que se utiliza das melhores práticas do chamado “caminho do autosserviço” ou o uso das práticas utilizadas pelos supermercados pelo mundo afora. Tudo começa com uma entrada ampla seguida por zonas de descompressão para facilitar os destinos do shopper, carrinhos e cestas disponíveis facilmente identificáveis assim que preciso para iniciar o ato da compra o mais rápido possível, um perfeito corredor central com claras e objetivas divisões de categorias, poucas e únicas trilhas fáceis de seguir com uma disposição de produtos no final onde o cliente rapidamente faz suas escolhas para que outros compradores possam vir atrás e fazer as suas. Easy, breeze, beautiful!

Nos últimos anos, o estudo sobre o poder do ecommerce no varejo moderno e as melhores práticas para atuar nesse canal foram as grandes novidades em grandes eventos do segmento. A efetiva categorização dos produtos e a otimização do processo de checkout são os trending topics dos profissionais que atuam nessa área independente do segmento de mercado que buscam. Porém, não é difícil perceber que esse vasto apelo funcional do ecommerce não se parece em nada com o investimento que está sendo feito na sala ao lado pela equipe de visual merchandising, onde a experiência intuitiva e emocional da marca está sendo trabalhada a exaustão. Por isso não é de se achar estranho que o ecommerce daquela marca de luxo não se parece em nada com a incrível loja do andar térreo do shopping JK na qual o cliente está disposto a pagar pelo premium por uma compra nada funcional ou racional.

Obviamente que não podemos ignorar que o primeiro e maior objetivo tanto da loja física quanto da loja virtual é a venda. Mas, já é hora de considerar a conexão emocional entre o consumidor e marca também no funil das vendas online, ao invés de simplesmente focar em um processo prático que basicamente facilita a usabilidade e a transação financeira do consumidor.

Com mais pessoas comprando online e hoje, até algumas pessoas comprando APENAS online, as lojas virtuais não podem apenas contar o envolvimento emocional que o cliente criou com a loja física. Ao invés disso, deveríamos pensar em maneiras de permitir que esse envolvimento puramente intuitivo se desenvolvesse também na experiência com o ecommerce.

Alguns aspectos que precisam ser considerados:

– Analise os motivadores de compra do seu segmento, no caso, quais as razões que levam o consumidor a comprar artigos de luxo. Pense como isso está se relacionando com a experiência dos clientes nas lojas físicas e partir disso pense em formas de transportar isso para o canal online.

– Reconheça sempre que ao comprar um artigo de luxo, o pagamento é sempre um momento desconfortável. Esqueça o benchmark da página de checkout da Amazon, pense em formas de atender o consumidor de uma forma diferente e menos racional enquanto os dados de pagamento e entrega são solicitados. Tornar essa etapa da compra algo natural e prazeroso é um dos principais diferenciais do mercado de luxo, acredite, seus vendedores sabem fazer isso!

– Curadoria de conteúdo já é reconhecida com uma importante ferramenta para ajudar a contar uma história e criar uma experiência de compra menos funcional no canal online. Desenvolva conteúdo e utilize-se dele nas etapas de transações de dados.

– Engaje sua equipe de visual merchandising com sua equipe de marketing online. Afinal de contas, são eles que vão investir tempo e verba pra fazer isso dar certo.

– Considere trabalhar campanhas de pós-compra no canal online (status de envio do produto não é uma campanha de pós-compra e sim apenas uma obrigação de qualquer empresa que utiliza sistemas de entrega). Vá a qualquer shopping com lojas de luxo e veja o rosto das pessoas que andam com as grandes sacolas das marcas pelos corredores, aquele sorriso é puramente uma expressão da identidade que o consumidor quer passar com a ajuda da identidade da marca comprada e em troca disso ele se torna o melhor canal de comunicação da marca naquele momento. Quais caminhos a tecnologia e o poder das redes sociais podem utilizar para obter um processo de pós-compra que seja tão valioso quanto andar com uma sacola pelos corredores de um shopping?

– Cada compra é única e o consultor de vendas da sua loja física sabe disso e usa isso pra tornar a experiência ainda mais fantástica (ou deveria, pelo menos). Se seu canal online tem capacidade de utilizar qualquer tipo de personalização, use. Mesmo que seja uma campanha por tempo determinado. Tornar a compra pessoal e customizada pode ser o melhor gancho para aumentar a lealdade ao seu canal online e promover sua marca através dos próprios clientes. Afinal, seja física ou com suporte de qualquer tipo de tecnologia, ir às compras sempre se torna uma experiência melhor se for feita socialmente.

Psicologia das cores #Infográfico

Já sabemos como as cores influenciam no comportamento do seu humano. E para um bom profissional de marketing é imprescindível que tenha conhecimento sobre a função das cores na hora de escolhê-las em determinadas peças, locais, imagens ou qualquer ação que envolva o impacto visual de uma cor.

O Infográfico abaixo foi o mais informativo que vi até agora. Encontrei ele no site Profissional de E-Commerce, produzido pelo Viver de Blog, que mandou muito bem.

Confira abaixo:
Infográfico_Psicologia_Cores_marketing