The Creators Project volta ao Brasil nos dias 4 e 5 de agosto

The Creators Project, iniciativa de arte e tecnologia da VICE e da Intel, realiza terceiro evento no Brasil entre 04 e 05 de agosto

The Creators Project, iniciativa global de arte e tecnologia da Intel e da VICE, retorna à São Paulo em agosto para um fim de semana de shows e trabalhos pioneiros de arte eletrônica e digital. Este ano, depois de apresentar edições em San Francisco e Paris, The Creators Project volta ao Brasil nos dias 04 e 05 de agosto para lançar seu terceiro evento global de 2012, no espaço Moinho Eventos em São Paulo. Entre as atrações, haverá os shows do Tanlines, dupla de música eletrônica do Brooklyn, formada por Jesse Cohen e Eric Emm, e Araabmuzik, produtor de hip hop e DJ de Los Angeles que cria as mais variadas passagens sonoras com batidas rápidas e marcantes. Entre os artistas nacionais confirmados, a cantora Karol Conka e o DJ Leo Justi. O evento será gratuito e para garantir a presença, deverá ser feito RSVP nas lojas Fnac Pinheiros e Fnac Paulista a partir do dia 12 de junho ou pelo site http://thecreatorsproject.com/pt-br, após o dia 19 de junho.

Além disso, o festival exibirá diversas instalações de artistas nacionais e internacionais, incluindo “The Treachery of Sanctuary”, de Chris Milk, exibido nos eventos de San Francisco e Paris neste ano. O diretor e fotógrafo já trabalhou com artistas, como Kanye West, U2 e The Chemical Brothers, e foi responsável por criar uma experiência inovadora para o show do Arcade Fire durante a música “Wake Up”, no festival Coachella, em 2011. Essa é a mais recente instalação de Milk, uma obra interativa em grande escala, alimentada pelos visitantes com a ajuda de kinects sensíveis ao movimento.

Outro destaque é a obra de Zigelbaum + Coelho intitulada “Six-Forty, by Four-Eighty”, que também virá a São Paulo. A peça consiste em uma tela de píxeis customizados programados para responder ao toque humano. O público do festival também poderá interagir com a obra “Meditation”, do artista coreano Minha Yang, uma instalação interativa feita de três projeções que reage aos movimentos corporais dos visitantes. “Parede” de Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti será exposta pela primeira vez no Moinho. Haverá também a instalação “#Creators Live”, do engenheiro da Intel Doug Carmean, junto com Social Print Studios.

Além das apresentações musicais e das obras, The Creators Project terá painéis de discussão sobre arte, mídia digital, cinema e tecnologia, e exibições de filmes, incluindo o inédito documentário sobre o último show do LCD Soundsystem, “Shut Up and Play The Hits”, e o vídeo dos bastidores de “Stop the Virgens”, psico-ópera de Karen O do Yeah Yeah Yeahs.

The Creators Project foi lançado em 2010 para capacitar artistas inovadores de todo o mundo que estão rompendo as fronteiras da expressão criativa através da tecnologia. Em 2011, surgiu o The Studio, uma incubadora global que produz e distribui trabalhos de artistas que representam a intersecção de disciplinas criativas.
Em breve, mais atrações serão anunciadas.

The Creators Project 2012 @ São Paulo
Data: 04 e 05 de agosto
Horário: a confirmar
Local: Moinho Eventos – Rua Borges Figueiredo, 510, Mooca, São Paulo
Classificação: Maiores de 18 anos ou menores acompanhados dos pais ou adulto responsável
Gratuito, mediante RSVP, a partir de 12 de junho na Fnac Pinheiros – Praça dos Omaguás, 34 – São Paulo – SP e Fnac Paulista – Av. Paulista, 901, Térreo, Mezanino e 1º subsolo, São Paulo/ SP e a partir de 19 de junho também no site http://thecreatorsproject.com/pt-br

O funcionamento das bilheterias na Fnac Pinheiro e Fnac Paulista será de terça a domingo, na área de informática, das 11h às 15h e das 18h às 21h.

Haverá disponibilidade de ônibus gratuito, com saída da Fnac Pinheiros e Fnac Paulista com destino ao Moinho Eventos, disponíveis das 11h até as 20h nos dias do evento.

Shows:
Tanlines
Araabmuzik
Karol Conká
DJ Leo Justi
Obras de arte multimídia:
Chris Milk – “The Treachery of the Sanctuary”
Minha Yang – “Meditation”
Zigelbaum + Coelho – “Six-Forty by Four-Eighty”
Cantoni e Crescenti – “Parede”
Doug Carmean and Social Print Studios – “#Creators Live”
Exibições de filmes:
“Shut Up and Play The Hits”, do LCD Soundsystem
Making of de “Stop The Virgens”, apresentando a psico-opera de Karen O, do Yeah Yeah Yeahs

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Sobre a moda masculina e o homem masculino

As semanas de moda masculina são sempre menores, menos impressionantes e com doses homeopáticas de glamour. Mas o que elas nos oferecem sempre é uma percepção de quem é o homem de hoje, muito além de páginas de revistas e vitrines de shoppings.

No início da década passada, houve uma popularização do chamado “metrossexual” – um termo criado anos antes para definir a estética e hábitos que surgiam então na moda masculina. O metrossexual se referia até então, ao homem que assumia sua vaidade e o seu lado feminino – pelo menos na frente do espelho. Surgiram novas preocupações no cotidiano do homem, como depilação, bronzeamento artificial e o incessante cuidado com a estética corporal.

Já no final dessa mesma década, no início de 2010, uma nova direção surgiu: meninos do mundo todo interessados em uma imagem masculina – opção manifestada de forma muito clara nas preferências atuais de cortes de cabelo, barbas, bigodes e esteriótipos clássicos dos anos 40. Talvez uma reação à imagem de David Beckham, que ficou por anos fixada em nossas mentes, ou até mesmo porque em tempos de incertezas sociais e culturais as definições de gêneros ou diferenças sexuais tendem a ser mais reforçadas. Basta pensar nos efeitos das crises econômicas dos anos 2000, em como a estrutura de trabalho está mudando, em como as pessoas se tornaram mais móveis e deslocáveis e os ambientes de trabalho perderam sua rigidez e forma tradicional.

Antes de tudo isso, a década que entramos parece ser finalmente a celebração do individualismo dos homens no que diz respeito a como eles se vestem. Algumas pessoas podem dizer que esta valorização do individual é baseada em arquétipos de masculinidade, como soldados, lenhadores e trabalhadores braçais. Talvez seja verdade! – Alguém nesse exato momento pensou em “Village People”? Sim, a moda também sofre os seus riscos. Mas penso que só agora é que os homens realmente parecem ter auto confiança para assumir riscos em sua estética e experimentar o novo sem ter qualquer vergonha.

Se observarmos cuidadosamente as coleções de primavera/verão 2012 apresentadas em Junho do ano passado e até mesmo o uso de materiais e texturas vistos mais recentemente nas coleções de outono/inverno 2013, é possível acreditar que o homem ideal está em um caminho diferente do visto e até esperado anteriormente. A experimentação de idéias que eles nunca se atreveram por um longo tempo, começa a ser encarada mais facilmente, como investir mais na cartela de cores, estar focado em itens exclusivos e principalmente, colecionáveis e ser mais consciente do que é Moda e para que ela serve. (Diversão, talvez?)

A crítica de moda do “New York Times”, Cathy Horyn diz “o homem atual ideal é um homem individual”. Em um de seus recentes artigos do jornal, ela deixa clara a sua opinião:

“As melhores marcas tendem a reconhecer que o homem tem uma visão muito ampla da moda hoje em dia. Houve um consumidor de moda sedento nos anos 80 e início dos anos 90, que era muito provavelmente gay e que tinha um interesse muito grande em ser expressivo através de suas roupas ou por meio delas. Haviam também estilistas como Versace, Dolce & Gabbana, Thierry Mugler e Jean Paul Gaultier que preenchiam essa demanda.”

“Entretanto acho que agora muitos homens homossexuais, heterossexuais – não importa – possuem um conhecimento muito bom sobre moda e de quem a está criando. Eles querem estar confortáveis, eles vivem em uma área urbana, eles precisam estar arrumados para o trabalho, mas eles também podem usar jeans e camiseta na maior parte do tempo ou até mesmo shorts, um item abominado pelo high street até então. Eles querem uma bolsa de qualidade, eles querem um bom caimento, bons sapatos”, concluiu Horyn em sua última análise das semanas de moda masculina.

É um fato que os consumidores do sexo masculino estão mais seletivos e mais conscientes no que diz respeito a sua escolha de compra. Pode-se perceber que alguns dos melhores designers de moda masculina atual (como Lucas Ossndrijver da Lanvin, Paul Smith, Junya Watanabe e Tomas Maier da Bottega Veneta), estão apresentando roupas na passarela que não se parecem com roupas de designer. Hoje se vê bons itens que podem ser usados de modo independente: peças bem construídas, precisas e por que não, definitivas. Talvez moda – no mais puro sentido da palavra – não seja mais tão interessante assim, abrindo espaço para o que os homens sempre quiseram: Estilo.

Os criativos da indústria da moda já sabem que seus clientes estão mais auto confiantes e que a escolha deles vai ser sempre a que lhes cair melhor.(Para aqueles que realmente amam algo ditado, montado e chamativo, não se preocupem, Prada, Balmain e Versace estão aí para nos divertir.)

Parece que o homem será capaz de continuar re-inventando seu limitado guarda-roupa e por que não, romantizando sobre quem ele quer ser. Materiais, cores, acessórios e os aclamados truques de styling vão ser os grandes responsáveis por expressar cuidadosamento este individualismo.

Estamos cada vez mais longe das restrições enquanto uniforme da moda masculina. E acredito que mesmo que um terno seja a escolha final, será com certeza um terno muito bem escolhido, afinal.

>Todos queremos ser jovens

>Nos últimos 5 anos dessa década, muito se falou sobre uma nova geração de jovens que já ganhava cara própria, uma estética única e muitos #tags para se auto-definir.

Chamados de Geração Y, We Generation, Globalists, Juventude Digital, Millennials, tanto faz…O que importa é que essa nova geração já escreveu seu nome na história da humanidade por misturar gêneros, criar categorias desafiadoras, levar o hyper-consumo ao extremo e redefinir o conceito de multitarefa.

Apresento a vocês o resultado de 5 anos de pesquisa da empresa Box1824 sobre o jovem e seu comportamento. WE ALL WANT TO BE YOUNG!

We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.

Todos queremos ser jovens

Nos últimos 5 anos dessa década, muito se falou sobre uma nova geração de jovens que já ganhava cara própria, uma estética única e muitos #tags para se auto-definir.

Chamados de Geração Y, We Generation, Globalists, Juventude Digital, Millennials, tanto faz…O que importa é que essa nova geração já escreveu seu nome na história da humanidade por misturar gêneros, criar categorias desafiadoras, levar o hyper-consumo ao extremo e redefinir o conceito de multitarefa.

Apresento a vocês o resultado de 5 anos de pesquisa da empresa Box1824 sobre o jovem e seu comportamento. WE ALL WANT TO BE YOUNG!

We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.

>Curitiba ganha primeiro espaço de coworking do sul do país

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Curitiba ganha no próximo dia 17 de novembro, o primeiro espaço de coworking da cidade, a Aldeia Coworking. O coworking é um escritório colaborativo, onde profissionais autônomos, pequenas empresas, empreendedores, ou pessoas que que geralmente trabalham em home office tem a oportunidade de fugir do isolamento, aumentar seu networking e fazer novos negócios. “O coworking é uma alternativa mais inteligente do uso do espaço. É ideal para o profissional moderno, que não quer gastar com uma infraestrutura que não utilizaria integralmente. É como um hostel de profissionais, onde só se paga pelo que se usa”, explica o publicitário Ricardo Dória, idealizador da Aldeia Coworking.
         O termo coworking foi usado pela primeira vez nos Estados Unidos há cinco anos. Hoje, já existe mais de 500 escritórios com esse modelo em todo o mundo. “Os espaços adaptam-se às necessidades locais, mas existe uma rede chamada Coworking Visa, que permite que os usuários utilizem os escritórios de outras cidades quando viajam”, conta o publicitário. Em Curitiba, para ter acesso a Aldeia Coworking, o usuário precisará fazer um cadastro e pagar uma mensalidade, que pode variar de R$ 55 até cerca de R$ 595, conforme o tempo e serviços utilizados. “É um custo menor que abrir um escritório próprio no centro da cidade, por exemplo, onde se gasta em média R$ 1.600”, compara.
         A Aldeia Coworking está localizado no centro financeiro da capital, em um espaço de cerca de 240 m², na Galeria Suissa, e oferece acesso a internet sem fio, telefone por VOIP, impressoras, fax, copa/cozinha, salas para reuniões, videoconferências, palestras e eventos, recepção com telefonista e banheiros. Inicialmente, o horário de funcionamento será das 8h30 às 19h30, de segunda à sexta. “Também disponibilizaremos o espaço para eventos no período noturno, como cursos e palestras. A ideia é oferecer um ambiente extremamente flexível, que se molde ao que o usuário precisa.”
         O empreendimento ganhou vida com a colaboração de diversas pessoas. Por meio de questionário e informações em blogs, Facebook e Twitter, foi possível explicar melhor o conceito do escritório e adaptar o projeto às necessidades e perfil do público curitibano. Já existem mais de 200 pessoas na fila de espera para se cadastrar. “São profissionais das mais diversas áreas, como programadores, jornalistas, editores, publicitários, advogados, designers, representantes comerciais, entre outros. Profissionais criativos, inovadores e conectados que desejam compartilhar suas ideias e experiências e gerar novos negócios”, avalia Ricardo Dória.



Mais informações no blog Coworking Curitiba

Semana Global de Empreendedorismo
            A inauguração da Aldeia Coworking faz parte da Semana Global de Empreendedorismo, que acontece entre os dias 15 e 21 de novembro. Em todo o mundo, são organizados diversos eventos e atividades para incentivar o empreendedorismo. O espaço também irá promover no dia seguinte a inauguração, 18 de novembro, uma palestra sobre tendências para o mercado de trabalho com Andrea Greca Kruger e Paula Foletto Abbas, proprietárias da Berlin, empresa de coolhunting.
         Segundo a Andrea Kruger, os projetos colaborativos como a Aldeia Coworking são uma grande tendência global. “As pessoas começaram a perceber que precisam se ajudar e o sentimento de união está se fortalecendo. A colaboração facilita a personalização de produtos e a satisfação do cliente, uma vez que a marca consegue oferecer justamente o que o público deseja”, afirma. 
         coolhunting é uma pesquisa qualitativa de tendências que analisa o que as pessoas desejarão consumir no futuro, e assim, descobrir qual a melhor comunicação e estímulos para atrair o consumidor ou cliente. “A empresa que sabe quais são as tendências de consumo para o próximo ano, ou ainda melhor, para os próximos cinco anos, seguramente se adiantará aos seus concorrentes”, explica Andrea Kruger.
         A palestra ocorre a partir das 20h na Aldeia Coworking, Rua Marechal Deodoro, 262, 1º andar, na Galeria Suissa. As inscrições são gratuitas. As vagas são limitadas. Mais informações pelo e-mail contato@coworkingcuritiba.com.br ou no site www.aldeiacoworking.com.br

Curitiba ganha primeiro espaço de coworking do sul do país

Curitiba ganha no próximo dia 17 de novembro, o primeiro espaço de coworking da cidade, a Aldeia Coworking. O coworking é um escritório colaborativo, onde profissionais autônomos, pequenas empresas, empreendedores, ou pessoas que que geralmente trabalham em home office tem a oportunidade de fugir do isolamento, aumentar seu networking e fazer novos negócios. “O coworking é uma alternativa mais inteligente do uso do espaço. É ideal para o profissional moderno, que não quer gastar com uma infraestrutura que não utilizaria integralmente. É como um hostel de profissionais, onde só se paga pelo que se usa”, explica o publicitário Ricardo Dória, idealizador da Aldeia Coworking.
         O termo coworking foi usado pela primeira vez nos Estados Unidos há cinco anos. Hoje, já existe mais de 500 escritórios com esse modelo em todo o mundo. “Os espaços adaptam-se às necessidades locais, mas existe uma rede chamada Coworking Visa, que permite que os usuários utilizem os escritórios de outras cidades quando viajam”, conta o publicitário. Em Curitiba, para ter acesso a Aldeia Coworking, o usuário precisará fazer um cadastro e pagar uma mensalidade, que pode variar de R$ 55 até cerca de R$ 595, conforme o tempo e serviços utilizados. “É um custo menor que abrir um escritório próprio no centro da cidade, por exemplo, onde se gasta em média R$ 1.600”, compara.
         A Aldeia Coworking está localizado no centro financeiro da capital, em um espaço de cerca de 240 m², na Galeria Suissa, e oferece acesso a internet sem fio, telefone por VOIP, impressoras, fax, copa/cozinha, salas para reuniões, videoconferências, palestras e eventos, recepção com telefonista e banheiros. Inicialmente, o horário de funcionamento será das 8h30 às 19h30, de segunda à sexta. “Também disponibilizaremos o espaço para eventos no período noturno, como cursos e palestras. A ideia é oferecer um ambiente extremamente flexível, que se molde ao que o usuário precisa.”
         O empreendimento ganhou vida com a colaboração de diversas pessoas. Por meio de questionário e informações em blogs, Facebook e Twitter, foi possível explicar melhor o conceito do escritório e adaptar o projeto às necessidades e perfil do público curitibano. Já existem mais de 200 pessoas na fila de espera para se cadastrar. “São profissionais das mais diversas áreas, como programadores, jornalistas, editores, publicitários, advogados, designers, representantes comerciais, entre outros. Profissionais criativos, inovadores e conectados que desejam compartilhar suas ideias e experiências e gerar novos negócios”, avalia Ricardo Dória.



Mais informações no blog Coworking Curitiba

Semana Global de Empreendedorismo
            A inauguração da Aldeia Coworking faz parte da Semana Global de Empreendedorismo, que acontece entre os dias 15 e 21 de novembro. Em todo o mundo, são organizados diversos eventos e atividades para incentivar o empreendedorismo. O espaço também irá promover no dia seguinte a inauguração, 18 de novembro, uma palestra sobre tendências para o mercado de trabalho com Andrea Greca Kruger e Paula Foletto Abbas, proprietárias da Berlin, empresa de coolhunting.
         Segundo a Andrea Kruger, os projetos colaborativos como a Aldeia Coworking são uma grande tendência global. “As pessoas começaram a perceber que precisam se ajudar e o sentimento de união está se fortalecendo. A colaboração facilita a personalização de produtos e a satisfação do cliente, uma vez que a marca consegue oferecer justamente o que o público deseja”, afirma. 
         coolhunting é uma pesquisa qualitativa de tendências que analisa o que as pessoas desejarão consumir no futuro, e assim, descobrir qual a melhor comunicação e estímulos para atrair o consumidor ou cliente. “A empresa que sabe quais são as tendências de consumo para o próximo ano, ou ainda melhor, para os próximos cinco anos, seguramente se adiantará aos seus concorrentes”, explica Andrea Kruger.
         A palestra ocorre a partir das 20h na Aldeia Coworking, Rua Marechal Deodoro, 262, 1º andar, na Galeria Suissa. As inscrições são gratuitas. As vagas são limitadas. Mais informações pelo e-mail contato@coworkingcuritiba.com.br ou no site www.aldeiacoworking.com.br

>Novo Espaço de Coworking em São Paulo

>A nova era da rede interativa e colaborativa está invadindo as terras tupiniquins, e chegando para ficar. Não é à toa que profissionais autônomos e empresários que costumavam trabalhar no home-office, sozinhos, começaram a procurar espaços para encontrar pessoas, discutir projetos inovadores, compartilhar conhecimentos, elaborar trabalhos em conjunto e realizar um networking de qualidade. O coworking não é mais uma novidade, mas faz jus à tendência emergente no Brasil e no mundo.

Muitos já conhecem o espaço de coworking The Hub em São Paulo, franquia de uma rede que foi fundada em Londres, atualmente a mais conhecida em terras tupiniquins. Mas para quem não conhece, me apresentaram recentemente o espaço PtodeContato, situado em Pinheiros, também na cidade de São Paulo, que fornece toda uma boa estrutura e possui uma galera cabeça para que você possa trocar neurônios.

Eu adoro competitividade e gente que bota pra fazer, por isso não posso deixar de falar de mais um espaço que conheci ontem, também em São Paulo, apresentado pelo Ricardo Lima, um dos sócios que me contou um pouco sobre o conceito do local e quais são as atividades que estão pra rolar logo nos primeiros meses de vida do Beans!. O espaço é bacana, estrutura, conceito e tudo mais. Pela localização (já hype baixo-augusta)  e próximo do metrô da consolação, o acesso é fácil e ninguém tem desculpas para não visitar. O diferencial do Beans é que ao invés de pagar pela hora, ou pelo pacote de horas para utilizar os serviços, você tem a opção de pagar por dia, e ficar quanto tempo achar necessário no local realizando as suas atividades.

A Beans! é uma comunidade que já existe na plataforma Ning e possui uma galera bem bacana, muitos com interesses em comum, e vários cheios de vontade de fazer algo pelo coletivo, daí surgiu o espaço Beans! de co-working que promete gerar bons frutos. Indico a visita!

O Ricardo publicou uma apresentação muito bacana sobre coworking na comunidade ExamePME, como eu sou cara de pau e adoro divulgar o que é bom, embedei aqui para que vocês possam conhecer um pouco dos benefícios que o coworking proporciona para quem gosta de inovar.