Inovação ou morte! Feliz dia da inovação!

Hoje é dia de comemorar. Mas peraí, comemorar o quê? O que temos de novo para celebrar uma vitória? Eis a resposta: a inovação, meu bem.

No Brasil, segundo a Lei federal 12.193 de 14 de janeiro de 2010, o dia 19 de outubro foi intitulado o dia da inovação. Uma sugestão da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (PROTEC).

Para quem trabalha com inovação sabe o quanto é difícil fazer diferente em um mercado onde ainda existem muitos “dinossauros”, profissionais que insistem em pensar com a cabeça de 1914. Mas vamos bater na tecla: “Século XXI”! Principalmente as novas gerações, ou simplesmente os espíritos jovens, independente da idade, que lutam a cada dia para realizar projetos diferentes, processos inovadores e novas realizações para o bem das empresas, organizações e de toda a sociedade.

O mundo muda, o universo está em constante transformação, e por quê nós, profissionais de marketing, devemos ficar parados no tempo por puro ego alheio que insiste em fazer as coisas do mesmo jeito? Eis o desafio: inovar não é nada fácil. Principalmente quando lidamos com ego, com o poder dos dinossauros em altos cargos executivos. Mas aí que está o desafio: se fosse fácil não teria graça nenhuma. “Because we like to do it nice and rough.”

A inovação pode ser realizada por uma mudança planejada ou simplesmente por acaso. E são poucas as inovações que brotam no mercado simplesmente por acaso. A inovação surge da necessidade de criar algo novo para se adaptar às mudanças contínuas do mundo na vida das pessoas. Eis que as inovações mais bem sucedidas, são aquelas que surgem por oportunidades ou necessidades de se fazer algo novo.

Tipicamente, as inovações podem acontecer pela ocorrência, conjunta ou isolada, de sete principais situações:
– em consequência de factos inesperados;
– por incongruências;
– por necessidade;
– por mudanças na indústria ou no mercado;
– mudanças demográficas;
– mudanças de percepção;
– novos conhecimentos;
– imposições legais ou regulamentares.

Aproveitar as mudanças do mercado para fazer algo novo é algo que se precisa de uma grande percepção do todo, do macroambiente e da estrutura de rede das organizações e do comportamento do ser humano, que muda a cada dia.

Fica a dica para aqueles que insistem em continuar fazendo o mesmo em qualquer tipo de organização: inovação ou morte! Se você não inovar, meu querido, sua empresa/organização ou até você mesmo não irá sobreviver em um ambiente que está em constante transformação.

Parabéns a todos que fazem diferente! Mesmo sem conhecê-los, sou Fã de vocês!

Se u guys 😉

Imagem: comitê inovação fnq
Fonte: wikipedia

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Mídias Sociais como Canais de Revolução

Ok. Falar de mídias sociais já é ultrapassado para muitos. E há quem o diga que o assunto irá morrer um dia. Mas seja ele um assunto efêmero ou não, o que interessa é que está transformando sim a forma como o ser humano vem se relacionando em uma sociedade contemporânea conectada.

Já são tantos cases sobre SM que nem vamos perder tempo falando sobre eles. Vamos falar sobre a Revolução, que tal?

Segundo a wikipedia: A revolução (do latim revolutìo,ónis: ato de revolver), segundo o Dicionário Houaiss é datada do século XV e designa “grande transformação, mudança sensível de qualquer natureza, seja de modo progressivo, contínuo, seja de maneira repentina”; “movimento de revolta contra um poder estabelecido, e que visa promover mudanças profundas nas instituições políticas, econômicas, culturais e morais”.

Quando abordo o tema em treinamentos que aplico, muitos pensam ~e falam~ sobre a revolução como algo grandioso, difícil, que precisa de grandes esforços em conjunto e movimento de multidões. Mas logo digo: não. Não é preciso movimentar milhões para realizar uma revolução. Se olharmos no caráter individual de cada pessoa, seja como profissional, empreendedor ou pessoal, a revolução interna consiste em quebrar paradigmas, adotar novos habitos e obter novos resultados através da mudança pessoal, de dentro pra fora. Daí sim, começa o processo de revolução com base na sua mudança com o seu ambiente. Aí que a mágica acontece e tudo começa a ficar mais divertido.

Tá, legal. Mas como mudar? Como obter resultados diferentes? O que fazer para transformar a situação atual em que você se encontra no trabalho, na empresa, na vida diária? Simples: mudança de hábito.
Lembra-se como fez para aprender a tabuada na escola? Repetir, repetir e repetir as multiplicações. Foi assim que fizemos para memorizar em nossos cérebros as contas e realizá-las automaticamente através do hábito de praticar os exercícios. Da mesma forma o fazemos na academia, nos treinos no esporte, no aprendizado de línguas estrangeiras e assim por diante. Com essa metodologia do relembrar, repetir e praticar que focamos a revolução no caráter individual, destacando alguns pontos pessoais e intransferíveis que devem ser trabalhados diariamente:
– Tarefas: Quais são as atividades-chave do seu dia-a-dia que garantem a sua produtividade?
– Agenda: Como estão separados os seus compromissos diários? Você consegue arcar com eles fielmente?
– Pessoas: Como está o seu relacionamento com os outros? Você cede mais o seu tempo ou não doa nada dele para colaborar, co-criar e aprender junto? Foque no tempo offline, nos relacionamentos vida a vida e deixe para se comunicar só com o necessário pelas ferramentas online.
– Consumo: O que você consome? Em todos os sentidos: alimentação, música, filmes, experiências e outros produtos. Repetir o mesmo produto/música/experiência dará sempre o mesmo resultado. Diversificar também é preciso. Pense nisso.
– Trabalho: já parou pra pensar que o seu trabalho tem que dar algum resultado para a humanidade? Pense nele como um propósito da sua vida para outras pessoas, que estão precisando de você. Logo, sua produtividade e comprometimento irá mudar depois de refletir sobre isso ~todos os dias~.

São diversos os pontos em que podemos mudar os nossos hábitos diários para obter resultados diferentes. A única pessoa que sabe onde, quando e no quê mudar é você mesmo. Mas para garantir essa revolução interna tudo depende única e exclusivamente de você.

E as mídias sociais?
À partir da sua revolução pessoal, da quebra de paradigmas antigos impostos pela sociedade, pelo antigo mercado, pela moda, mídia aliada ao poderio econômico, o seu comportamento será outro e a sua presença nas mídias sociais irá mudar naturalmente. Daí começa o início de uma revolução em conjunto, incentivada pela “vitória pública” (vulgo Maslow e Covey), onde você compartilha o propósito da sua revolução, do seu trabalho e da sua vida como realmente você deseja que ela seja e com pessoas que você irá atrair pelo mesmo propósito nas mídias sociais, seja ele qual for.
Parece meio clichê falar isso tudo, eu sei, mas o que abordamos é: ao transformar a sua vida, você começa a transformar o seu ambiente, o seu ecossistema, e dar início a uma grande revolução em conjunto.

Abaixo segue os slides da palestra realizada na #ViradaEmpreendedora, onde abordei diversos desses pontos e no final apresentei o caso de Auroville como exemplo. Uma ecovila na índia, onde se vive com base no ganha-ganha (não existe dinheiro lá, somente para turistas), onde vc trabalha na construção da cidade e ganha, em troca, materiais para construir a sua casa, compras ilimitadas no mercado local e outros benefícios na cidade, idealizada por um líder que teve a sua revolução individual e pensou no como poderia fazer algo inovador, com propósito para outras pessoas, design revolucionário e com grandes chances de dar certo.


A construção de Auroville já está em andamento há alguns anos. Hoje existem pessoas do mundo inteiro morando na ecovila, que tem como objetivo se tornar em uma cidade sustentável do futuro, que prioriza a economia criativa e fica longe do sistema capitalista em que vivemos – sim, esse lugar existe.
Utilizei essa cidade como um exemplo de prototipação de algo novo, que antes era interno (da Índia) e hoje pode ser visto pelo mundo com a ajuda das mídias sociais, tornando-se um lugar onde todos desejam ir para experimentar algo diferente do mercado atual em que vivemos.

Enfim, deixo aqui o meu desejo e incentivo para que todos possam realizar a sua revolução individual, depois na sua casa, com a sua família, no seu trabalho, comunidade, grupos, cidades e até chegarem a movimentar multidões. Quem sabe no futuro teremos um mercado diferente? Pois a revolução de uma única pessoa, pode transformar o destino de um país e de toda a humanidade.

((( O Blog é meu (nosso) e escrevo do jeito que eu quiser )))


~ Não duvide dos benefícios da inovação na forma como você escreve ou duvide se quiser ~

Nos últimos dias fui criticado por escrever de uma forma diferente em um dos vários blogs que faço parte e confesso que fiquei bem desmotivado com a crítica. Me pediram para que meus textos fossem revisados (hahaha). Alô? A matéria em que mais me dediquei na vida foi o português, e falar uma coisas dessas nos meus ouvidos/olhos, hoje, é um ofensa sim!

Nós temos 5 anos de blog, mais de 10 anos de internet e sabemos no mínimo escrever com boas palavras, linguagem de fácil entendimento e inovadora para quem está por dentro da nova linguagem do mercado e da vida online . Desde que comecei a escrever em outros blogs me retirei parcialmente do MKTfocus por acúmulo de tarefas e falta de tempo. O que antes era uma válvula de escape de toda informação que sobrava de pesquisas de conteúdo que fazíamos na época de produção no trabalho, hoje o blog ficou bem esquecido, justamente pelo (meu) foco de poder compartilhar coisas novas em outras redes, como o Ning, twitter, facebook, tumblr, wordpress, etc.

Pensei que se eu estivesse colaborando com outras redes, escrevendo em conjunto com outras pessoas com diversos temas diferentes, estaria colaborando para algo maior do que o Ego. Só que não.
Coisas ruins devem acontecer em nossas vidas para que coisas boas possam ter início (ou recomeço, no caso). E é nesse momento que estou passando agora, no retorno ao MKTfocus para escrever para os meus amigos de verdade, leitores queridos, blogueiros parceiros e todos aqueles que acompanharam a nossa história e nossas experiências nesse mercado dinâmico.

Nós não somos patrocinados. Ninguém nos paga para escrever aqui. Escrevemos por amor.

O que aconteceu nos últimos dias me fez refletir sobre os fluxos de conversação nas redes, onde nós compartilhamos conteúdo, conhecimento, experiências e tudo aquilo que aprendemos durante a vida. E confesso novamente meu, que fiquei com pé atrás até em publicar no Facebook. Ok, não estou criticando a ferramenta, só estou questionando: onde nós publicamos o nosso conhecimento? Quanto vale o seu conhecimento? Estão dando valor não são likes no seu conhecimento? Pensemos nisso.

Mas o que importa é que todo esse momento mágico serviu para renovar a minha determinação em escrever novamente no MKTfocus com uma periodicidade maior, com conteúdo mais analítico (como fazíamos ha tempos) e com a linguagem que bem entendermos. Pois como disse um amigo: não é possível agradar a gregos e troianos. Então prefiro agradar aos que pensam fora da caixa, aqueles que interpretam com o coração e que deixam de lado o ego quando for ler, assistir, escutar, experimentar qualquer conteúdo alheio na vida do que tentar agradar aqueles que não entendem a nossa linguagem jovem e inovadora.

Um beijo MKTfocado 🙂

Injeção para Viralização

por Igor Romeu.

Muitas vezes, quando alguém ou alguma marca coloca um vídeo no Youtube, quer que o vídeo vire um viral, mas sinto informar que nem sempre isso é tão simples.

Um vídeo viral tem vida própria, ele cai na rede e é visto e repassado por milhares de pessoas, faz sucesso, vira meme, vira hit, todo mundo comenta sobre, aparece na TV, efim, como fazer um vídeo se viralizar?

Para começar é preciso saber que (“até um sanduiche iche…” #brinks) qualquer um pode fazer um vídeo e disponibilizar na rede, qualquer um pode produzir conteúdo (relevante ou não). Deste modo , começamos a ver na tela pessoas comuns, que não saíam em capa de revista ou estavam na novela, fazendo sucesso, como a Stefhany do Cross Fox.

Antes da criação da mídia eletrônica, as pessoas tinham como referencia o sobrenatural, o que era criado pela mente do homem; com a criação do rádio e da TV a mídia criou o irreal, um ideal que foi imposto. Agora com a web, a vida real chamou a atenção do público, as pessoas começaram a poder se ver na tela, identificar a realidade, o real, ver o Charlie mordendo o dedo do irmão (mais uma vez).

A vida real é representada na tela por produções caseiras, feitas em casa, editadas no computador pessoal, uma estética simples. E essa estética sem refinamento dita os virais, por isso quando uma marca quer fazer um viral, ela filma uma ação real, que ocorreu com pessoas reais – sem personagens – e faz uma produção simples. Para um vídeo profissional parecer amador, com estética de viral, sai caro, para não ocorrer o risco de queimar uma marca.

Como disse Rosana Hermann @rosana: “os mouses clicam pela ressonância, clicamos naquilo que ressoa em nós”, ou seja, clicamos quando de algum modo aquilo mexe conosco. Diferente da TV, na web nós selecionamos a programação, vemos apenas o que queremos e podemos escolher não terminar de ver tal vídeo e partir para o próximo.

Então o que atrai os internautas para que um vídeo se viralize?
As pessoas se atraem pelo que as revela, o que as tocam, o que as reflete na tela, quando se cria uma identificação com o receptor; cria atração também algo que intriga, que instiga, nesse caso uma chamada de suspense, que cria curiosidade pelo conteúdo atrai muitas visualizações. E as pessoas se atraem pelo que é moda, o que é onda, todos querem estar ao menos por dentro da moda, se Luisa Marilac está tocando como dj na balada todos querem ao menos saber de onde surgiu essa pessoa, mesmo que não goste, se não alguém vira e fala “VOCÊ NUNCA VIU O VIDEO DELA?!”, e você vai ficar se sentindo a pessoa mais desinformada do universo e redondeza.

Portanto, quando chegar um briefing no qual o cliente pede que na campanha surja um vídeo viral, a gente manda ele rezar? Também não. Há fatores que ajudam um vídeo a se viralizar, o Mashable divulgou esse infográfico com dados que servem para dar aquele “empurrãozinho” na viralização:


Deste infográfico se tiram algumas conclusões:

– Quanto menor o video, maior a chance de viralizar

– O Facebook é o principal meio de divulgar videos para que seus amigos vejam, e esses compartilham para os amigos deles, que compartilham, e por aí vai.

– Videos de companhias de bens de consumo são mais visualizados.

– 57% dos impactados são mulheres de 18 a 34 anos.

*Igor Romeu é diretor de arte da B2, agência especializada em marketing e eventos para o público jovem e escreve originalmente no Blog da Agência B2

Imagem: Mashable Infographics

O que é um adolescente?


O mercado de moda e publicidade sempre foi apaixonado pela juventude e pela adolescência, aquela fase da vida onde nada faz muito sentido e talvez por isso, seja um celeiro de novidades e inspiração.

Já mostramos aqui pra vocês o vídeo We All Want to Be Young da Box1824 que aborda essa necessidade de sermos jovens para sempre. E pra dar continuidade a esse tema, Matt Wolf resolveu mostrar a invenção da adolescência eu seu nome filme Teenage: The Creation of Youth Culture, baseado no livro homônimo do escritor Jon Savage.

O filme que mistura a linguagem do cinema com a de documentários começa no início do século 20, passando pela lavagem cerebral dos jovens na época do nazismo e pelo famoso movimento punk iniciado em Londres.

Assistam o trailer do filme e entendam como os adolescentes foram responsáveis por moldar o mundo em que vivemos no século passado.

TEENAGE teaser from Teenage on Vimeo.

Imagem: Capa do livro Teenage de Jon Savage (reprodução.)

>Startup Weekend

>

Acontece em São Paulo o Startup Weekend nos dias 19 a 21/11. Sem papo, só ação! Tem uma ideia? Apresente-a em 1min na noite de sexta-feira, torça para ser uma das mais votadas, monte uma equipe multidisciplinar. Passe o final de semana trabalhando na prova de conceito, ou protótipo, ou plano de negócios. Receba ajuda personalizada de excelentes mentores, apresente o resultado no final do domingo para uma banca de analistas e investidores. Parece intenso? É sim!
O evento será parceiro da Semana Global de Empreendedorismo.
Participe!

Startup Weekend

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