Mapa térmico indica áreas de maior circulação nas lojas e favorece ações de marketing e vendas

Imagem: reprodução site

Novidade da Virtual Gate indica a densidade no fluxo de movimento e abre novas oportunidades de readequação no ponto de venda

Mais uma oportunidade de turbinar os negócios chega ao mercado com a solução Hot Zone, que traz novas visões do negócio mostrando ao varejista um retrato fiel do seu estabelecimento. Seus indicadores permitem, por exemplo, analisar rapidamente o impacto de uma alteração do layout interno da loja.

Desenvolvida pela Virtual Gate, empresa especializada em fazer com que o varejista aumente suas vendas por meio da gestão do fluxo de consumidor e da taxa de conversão, o Hot Zone abre novas oportunidades ao varejista que precisa alocar determinados produtos nas melhores áreas da loja, produtos que precisem de giro ou negociar com fornecedores as áreas que comprovadamente atraem mais clientes.

A solução Hot Zone traz novas visões do negócio que mostram ao varejista um retrato fiel do seu estabelecimento, com indicadores que permitem, por exemplo, analisar rapidamente o impacto de uma alteração do layout interno da loja

“Por meio do Hot Zone o varejista conta, ainda, com informações preciosas do comportamento dos clientes dentro da loja, que devem ser usadas para melhorar a experiência de compra e consequentemente, aumentar o faturamento. Com uma análise especializada das informações apuradas pelos sistemas da Virtual Gate é possível definir estratégias de crescimento de acordo com o fluxo de pessoas no ponto de venda”, explica Heloísa Cranchi, diretora geral da Virtual Gate. “Dessa forma, o varejista consegue aproveitar ao máximo o potencial do negócio. Com o Hot Zone, por exemplo, é possível entender quais são as linhas de produtos que precisam de ações promocionais para atrair os consumidores”, conclui.

Varejistas como C&A, Pernambucanas, Vivo, Telhanorte, Leroy Merlin, Livraria Cultura,Cybelar, Shoestock, Nokia, Via Uno, Reebok, Cantão, Redley, L’Occitane, Lacoste, Kate Spade estão entre seus clientes.

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Pesquisa detalha diferenças no perfil de consumo por classe social

A executiva Stella Kochen Susskind, presidente da Shopper Experience, coordenou um estudo online informal com 500 clientes secretos para avaliar os comportamentos de consumo nas classes sociais no Brasil.

Entre as principais conclusões do estudo, a executiva destaca a mudança do perfil do consumidor brasileiro que, embora tenha algumas características comuns, diferencia-se de acordo com a classe social. A classe C é mais controlada, valoriza os sentimentos positivos de conquista associados ao poder de compra; entretanto, está alerta em relação ao lado negativo do consumo e mais atenta a dificuldades no pagamento e nas taxas de juro. Na classe B, o consumidor vivencia mais intensamente o prazer de comprar, embora se preocupe com preços e condições de pagamento. A classe A, por sua vez, deseja construir um relacionamento melhor com as marcas.

De acordo com a executiva, no Brasil o atendimento passou a ser um diferencial importante impulsionado pela consolidação do Código de Defesa do Consumidor. Na prática, o brasileiro – até então, tolerante e paciente – passou a ter consciência dos seus direitos seja com relação à qualidade do produto, seja com relação ao atendimento. Além de reclamar, esse consumidor propaga sua opinião, positiva ou negativa, em redes sociais.

Um dos agentes da transformação das relações de consumo é a internet, que mudou, significativamente, o comportamento do consumidor, sobretudo dos mais jovens. “Hoje, o brasileiro testa os produtos em lojas físicas e compra, de acordo com o preço e a conveniência, pela internet. Comportamento verificado, em especial, entre os consumidores com idade entre 18 anos e 35 anos.

Desse contingente, 75% dos consumidores revelaram a preferência por comprar online pelo preço. Um outro dado interessante é que 25% desses compradores – chamados de showroomers – vão até a loja física com intenção de comprar efetivamente, mas desistem pelo preço”, detalha Stella, acrescentando que embora o driver desse consumidor seja o preço, esse é um comportamento raro. “Vários estudos, nacionais e internacionais, comprovam que o atendimento é um fator fundamental para a decisão de compra”, salienta.

A análise da pesquisa da Shopper Experience mostra que 58% dos entrevistados visitaram as lojas físicas e, posteriormente, deixaram comentários positivos nas redes sociais, mesmo não tendo efetivado a compra. Esse comportamento revela que o atendimento é o diferencial, portanto, o foco recai sobre a experiência de compra ou quase compra do cliente.

Por: Supermercado Moderno